Daniela Borali, Bob Falcão e Companhia ॐ

Meu intuito é mostrar o amor infinito que tenho pelos meus 14 gatos, 5 cachorros... E principalmente o quanto sonho com um mundo onde não exista mais nenhum animal abandonado!
IMPORTANTE: Meus animais não estão para adoção! Na verdade eles estão aqui comigo divulgando endereços, dicas e informações para que seus irmãos possam ter um destino feliz como o deles!!!

Que vocês consigam encontrar o verdadeiro amor através destes pequenos grandes deuses... É incognoscível!!!
(Daniela Borali)
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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Reflita...

 Excelente campanha da prefeitura de Florianópolis: foca posse responsável.

Adotar e cuidar bem do seu animal não tem preço!!!!!

quarta-feira, 31 de março de 2010

Aprovada política nacional de esterilização para cães e gatos domésticos


31 de março de 2010

Por Antoniana Ottoni (da Redação)

Hoje, 31 de março, foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado o Projeto de Lei (PL 04/2005) que estabelece a castração como método para controlar a natalidade de cães e gatos no Brasil.

Este projeto prevê a esterilização cirúrgica, o que significaria o fim da eutanásia de animais, método praticado há anos no Brasil, por injeção letal ou câmara de gás.

O projeto propõe campanhas educativas de adoção, noções de ética, posse responsável e ainda estabelece que o programa de esterilização seja prioritário em comunidades de baixa renda. Também determina que sejam realizados estudos para detectar em quais cidades brasileiras a castração é emergencial.

O projeto é de autoria do Deputado Afonso Camargo (PSDB-PR) proposto em 2003, e já obteve o apoio de mais de 300 mil brasileiros, por meio de um abaixo-assinado.

Depois de demorada trajetória, quase sete anos, agora parece que as coisas estão mais favoráveis para os nossos amiguinhos errantes, pois o projeto de lei foi aprovado nesta comissão apenas duas semanas depois da aprovação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

E isso é resultado de um grupo de ativistas persistentes e apaixonados, das mais diversas origens, que lutam diariamente para que os nossos parlamentares não se esqueçam jamais da causas relacionadas ao bem estar animal.

A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, agora precisa ser apreciada no plenário do Senado antes de voltar para a Câmara.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Lição de vida!!!!!!


Cadela cuida de corpo de cão morto em estrada por duas semanas na Espanha

Relato foi feito por grupo que resgatou Dulcinea próximo a Madri.
Agora, a cachorrinha de um ano está em abrigo à espera de adoção.

Da AFP, em Madri

A cadela Dulcinea, uma vira-lata de um ano, ficou durante mais de 15 dias velando o corpo de outro cão que morreu atropelado em uma estrada próximo a Madri, informou neste domingo (7) uma entidade protetora de animais.

Dulcinea foi resgatada por integrantes da associação "El Refugio". Segundo eles, ela arriscou a própria vida, ficando próxima ao trânsito para proteger seu companheiro.
A cadela Dulcinea ao lado do corpo de seu companheiro morto em estrada próximo a Madri, em foto divulgada neste domingo (7) pelo grupo El Refugio. (Foto: AFP)

O grupo foi chamado ao local por pessoas que testemunharam a cena. De acordo com eles, Dulcinea várias vezes recuava, assustada com os carros, mas sempre acabava voltando para perto do companheiro.

Os voluntários contam que demoraram dois dias para conseguir se aproximar da cadela. Ela foi posta para dormir com dardos tranquilizante e foi levada a um centro onde espera por adoção.

(Da AFP, em Madri)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Governo inglês gasta R$ 21 mil em ponte e túnel para ratos e lagartos


Projeto de construção de parque e estacionamento levou em conta o habitat de roedores do campo e lagartos e quer evitar que eles sejam atropelados pelos carros

Por Época NEGÓCIOS Online
A ponte é feita de arame de galinheiro e palha e ficará presa a dois postes, para que os roedores possam cruzar sem passar pela entrada do parque

Uma subprefeitura do condado de Hampshire, no Reino Unido, está causando protestos por uma decisão no mínimo inusitada: a construção de uma ponte para ajudar os roedores a atravessarem com segurança. A autoridade local investiu 2 mil libras, o equivalente a R$ 6 mil, para a criação de uma ponte que ficará suspensa a mais de cinco metros do chão e será usada por ratos para cruzar a entrada de um novo parque. Mais: outras 5 mil libras, ou R$ 15 mil, vão para um túnel para facilitar a travessia dos lagartos.

As autoridades de Hampshire garantem que estão com a melhor das intenções na tentativa de proteger a vida animal. O parque fica ao lado de uma das estradas de maior tráfego no país e, dizem, se não forem feitas adaptações, os animais perderão seu santuário.

O parque próximo da cidade de Wiltshire já havia recebido investimentos de R$ 21 mil para melhorar o acesso de visitantes ao local. Isso inclui a construção de um estacionamento com capacidade para 864 veículos. A ponte para os roedores e o túnel para os lagartos evitaria que eles fossem atropelados ou pisoteados por visitantes distraídos.

Feita com tela de galinheiro e palha, a ponte ficará amarrada entre dois postes para que os roedores evitem a entrada do estacionamento.

Os roedores hibernam durante o inverno e acordam perto do início de abril. A esperança das autoridades inglesas é que os roedores simplesmente acordem e usem a ponte de 18 metros de comprimento “naturalmente”.
Autoridades e entidades do meio ambiente garantem que os ratos vão usar a ponte para se locomover, enquanto os lagartos terão uma passagem subterrânea

“Como fica no alto, a ponte vai parecer uma extensão das árvores”, afirmou uma porta-voz da subprefeitura sobre o projeto ao jornal britânico “The Daily Mail”. “Por instinto, eles vão usar a ponte porque eles não gostam de se movimentar pelo chão”.

O Fundo para a Proteção da Vida Animal de Hampshire contou ao jornal que esse tipo de roedor, uma espécie de rato que vive no campo, está desaparecendo do interior do Reino Unido porque cada vez mais as cidades se expandem e destroem seu habitat natural.

O túnel para os lagartos, por sua vez, será feito de unidades de concreto que ficarão sob a estrada e terão aberturas na parte superior para ventilação. A ideia é incentivar os répteis a usar a passagem com uma cerca que vai isolar outras áreas.

Os pássaros e morcegos não foram esquecidos no projeto do parque. Eles vão ganhar ninhos e casas de madeira. O espaço também receberá mais de 10 mil árvores e arbustos.

Segundo o conservacionista Mel Kendal, integrante do conselho do condado de Hampshire, as autoridades se preocuparam bastante com o meio ambiente e o impacto que a construção do estacionamento e do parque trariam à área. “Queremos que o projeto seja o mais auto sustentável possível e que realmente proteja a vida animal, que é nossa prioridade.”

sábado, 23 de janeiro de 2010

Os amigos abandonados

No verão, quase dobra a quantidade de cães brasileiros que vão parar nos abrigos ou nas ruas porque seus donos não os querem mais.
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Nathália Butti
Fotos Manoel Marques e Ernani d’Almeida

Tropa do Bem!
Fernandez (à dir. na foto) e seus voluntários: novos donos para 2 200 animais em seis anos.
A atriz Betty Gofman (à esq.) com um dos cães que recolheu: a cadelinha na poça de lama partiu seu coração.

Assim como agosto é chamado o mês do cachorro louco, o verão é a estação do cachorro abandonado. Muita gente viaja, não tem onde deixar o bicho e prefere abrir mão dele. A Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), que abriga 8 000 cães e gatos no Rio de Janeiro, costuma acolher em média quarenta animais abandonados por dia – no verão, o número sobe para sessenta. Calcula-se que haja no planeta 250 milhões de cães domésticos, 32 milhões deles no Brasil – a segunda maior população canina do mundo, atrás apenas da dos Estados Unidos. Além das férias, entre os motivos mais frequentes que levam muitos donos de cachorros a abandoná-los estão a mudança da família para uma casa menor, a perturbação causada pelos latidos e o desconhecimento do trabalho que dá criar um animal.

Lançar mão de entidades como a Suipa é a opção de muita gente que deseja renunciar ao seu bichinho, mas existem outros recursos menos convencionais – para não dizer cruéis. É comum que os cães sejam simplesmente largados nas ruas e estradas. Há quem lance mão de um truque desonesto: levar o cachorro ao pet shop, para tomar banho, e não voltar para recolhê-lo. Cansados de receber calotes desse tipo, há três meses os proprietários do Pet Center Marginal, em São Paulo, passaram a exigir a apresentação de identidade dos clientes. Dessa forma, podem rastreá-los caso desapareçam. "As pessoas traziam o animal aqui para banho ou tosa e nunca mais vinham buscá-lo", conta Valéria Bento, gerente do estabelecimento.

Para o cão, o abandono por parte do dono é uma experiência devastadora, da qual ele dificilmente se recupera. Os cachorros, como seus ancestrais, os lobos, são programados pela evolução para seguir o líder da matilha. No caso dos cães de estimação, esse líder é o dono – sem ele, o animal fica desorientado e perde suas referências. Muitos recusam comida, entram em depressão e chegam a morrer de tristeza. "Quando o cão tem um líder e o perde, vive uma eterna busca para obtê-lo de volta", diz Hannelore Fuchs, veterinária e psicóloga de animais, de São Paulo. A única forma de reverter a carência e a aflição dos cães abandonados é encontrar-lhes um novo dono. Esse é o papel dos autodenominados protetores independentes, pessoas que, sem o apoio de instituições, recolhem cachorros das ruas, dão abrigo, alimento e vacina aos bichinhos e depois correm atrás de um novo lar para eles.

A atriz carioca Betty Gofman é uma das pessoas engajadas nessa causa. Três anos atrás, ela viu uma cadelinha em meio a uma poça de lama na estrada. Sentiu pena, mas passou reto. Quando decidiu voltar para resgatá-la, soube que havia sido atropelada. A experiência fez com que começasse a recolher animais abandonados nas ruas. "Tenho um acordo com meu marido de pegarmos, no máximo, dois cachorros ou gatos por vez. Nos últimos três anos, já consegui lar para mais de 100 animais e fico com eles o tempo que for preciso", conta Betty, que tem seis animais de estimação permanentes. O trabalho do biólogo Lito Fernandez, de São Paulo, tomou proporções ainda maiores. Depois de encher a casa de animais – já chegou a ter oitenta bichos juntos e a contratar pessoas para ajudá-lo na manutenção –, ele organizou o Projeto Natureza em Forma, que promove a adoção de animais abandonados. O projeto funciona há seis anos, conta com 25 voluntários e já conseguiu lar para 2.200 cães. Fernandez recolhe os animais no Centro de Controle de Zoonoses e os leva a feiras e eventos onde possa haver pessoas interessadas em adotá-los.

Um fator que colabora para elevar o número de cães abandonados é que, de tempos em tempos, torna-se moda possuir um animal de determinada raça. Desde que a collie Lassie fez sua estreia nas telas de cinema, em 1943, basta uma raça ganhar os holofotes para que a procura por seus espécimes aumente (veja o quadro abaixo). Passado o modismo, muitos donos não querem mais saber de exibir o animal, ou acham que ele dá muito trabalho. Há três anos, o empresário paulista Marcelo Januário leu o best-seller Marley & Eu, do americano John Grogan, em que os protagonistas são um labrador e seu dono, e se entusiasmou com a ideia de comprar um cão da mesma raça. Pagou 630 reais por um filhote de fêmea, mas, dois anos depois, precisou doar o animal. "Ela passava muito tempo sozinha, então comia desde sapatos até o controle remoto, destruiu o sofá e latia a noite toda. Eu a adorava, mas não tinha noção do trabalho que dava", explica Januário.

Para estimular a posse responsável de animais e diminuir o abandono de cães nas ruas e abrigos, há dois anos o governo suíço promulgou uma lei curiosa. Quem compra um cachorro, além de registrá-lo, precisa fazer um curso que envolve teoria (necessidades e desejos dos animais) e prática (situações que podem acontecer durante um passeio com o animal, por exemplo). Abandonar o melhor amigo do homem não é hábito só dos brasileiros.



sábado, 16 de janeiro de 2010

Vida Animal


Em São Paulo: A populaçãode animais atinge 2,9 mil: 2,1 mil de cães e 800 mil gatos.

"Sem Espaço": Nas sete cidades do ABC, a capacidade de abrigo é de 320 animais.

Contato: O CCZ dos municípios retiram apenas animais doentes ou agressivos, por conta da limitação espacial.

Doação: Os canis funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, apenas para doação - os animais saem castrados, vacinados e vermifugados. Não há serviço de recebimento.

(Fonte: Metro ABC)

População de animais chega a 313 mil no ABC



A estimativa é de que a proporção do número de animais, entre cães e gatos, seja de um para cada oito habitantes.

Falta de políticas públicas faz com que população de rua aumente.

A população de cães e gatos, de rua ou domésticos, atinge um número estimado de 313 mil no ABC, de acordo com estudo do Instituto Pasteur – instituição privada de caráter científico e humanitário. A proporção é de um animal para cada oito habitantes. A lei estadual que proíbe a eutanásia em animais, em vigor desde 2008, não veio acompanhada por políticas públicas para recolhimento, castração e doação, o que fez crescer o número de animais abandonados.
Sem a possibilidade de aplicar a eutanásia – * que foi uma conquista de todos os seres humanos que não toleram que animais sejam torturados – nos animais, as prefeituras limitaram a atuação do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) e do canil. A prioridade é recolher os animais doentes, agressivos e vítimas de atropelamentos. “Nós tratamos destes animais e os disponibilizamos no programa de doação. Infelizmente, não há espaço suficiente para muitos bichos”, conta Christina Bazzo, veterinária do CCZ de São Caetano, que tem capacidade para 50 animais.
* “Estranho porque na minha casa temos um total de 24 animais e não somos ONG, nem abrigo... Apenas adotamos os mais críticos, cuidamos e tivemos que parar por aí, até porque não recebemos ajuda de ninguém!” (Daniela Borali)
Já Aparecida Lellis, presidente da ONG Clube do Vira-Lata de Ribeirão Pires, celebra o fim da mortandade de animais, mas alerta para a falta de preparo dos municípios: “Isto foi ótimo porque havia muita crueldade. Entretanto, não existe estrutura nas cidades para combater a superpopulação animal”
Apesar da doação permanente nos canis municipais, campanhas de posse responsável e programas de castração e microchipagem massiva, apontados por especialistas como soluções, são apenas planos nas esferas administrativas. “O CCZ deveria recolher, castrar, microchipar e doar. Mas existe burocracia *(burrocracia) demais e interesse de menos”, opina a veterinária Marta Lecci Capelli, que atua há 27 anos na região.

(reportagem de Wilson Dell’Isola / Metro ABC)
* Observações minhas (Daniela Borali)

sábado, 12 de dezembro de 2009

Ativistas tiram a roupa em ato pró-animais em Madri


Ativistas da ONG Equanimal tiram a roupa e tingem-se com sangue falso neste sábado (12) na praça Puerta del Sol, em Madri. (Foto: AFP)


(Foto: AFP)
O ato pelos direitos dos animais ocorre dois dias depois do Dia Internacional pelos Direitos dos Animais.

sábado, 29 de agosto de 2009

Gabriel García Márquez

“O jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte”
*
Gabriel Garcia Márquez, em “A melhor profissão do mundo.”
*
Isso é o que Márquez tem a dizer sobre o jornalismo e a sua paixão. Acrescente isso ao fato de que cada reportagem que ele escrevia incluía uma outra objeto de paixão: a literatura. Assim sendo, só poderíamos ter como resultado reportagens que são como contos e que nos prendem como se fosse uma narração, de tão vivas que são.
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O livro de Gabriel García Márquez reúne reportagens relacionadas, principalmente, à América Latina e mesmo se tratando de textos mais antigos – como os que falam da revolução cubana, do exílio panamenho ou da queda de Allende no Chile – continuam sendo atuais e interessantes. O tema de política abordado em vários países, vistos através do olhar de Márquez, nos faz observar os acontecimentos de uma outra maneira, pois o autor relata muito de suas amizades com políticos e de fatos até então desconhecidos.
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Além de ser um exemplo de jornalista literário, Márquez consegue questionar a prática do jornalismo ou ainda fazer com que os leitores questionem através de seus escritos. O livro faz parte de uma coleção que, junto com outros 4 livros, remontam a toda a produção jornalística do autor. É fácil notar que para Márquez jornalismo e literatura são indissociáveis, “O romance nada faz que o jornalismo não possa fazer. As fontes são as mesmas, o material é o mesmo, os recursos e a linguagem são os mesmos. Um único fato falso prejudica todo o trabalho do jornalista, já em ficção, um único fato verdadeiro dá legitimidade ao trabalho inteiro”, logo na primeira reportagem do livro.
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Gato vira ‘herói’ ao descobrir tumor no pulmão do dono

'Eu diria que ele é o meu herói', afirmou Lionel Adams.
Graças ao gato, ele descobriu a doença na fase inicial.

Já recuperado de uma cirurgia para retirada de um tumor do pulmão, o canadense Lionel Adams, de 59 anos, credita a seu gato Tiger o fato de ter descoberto a doença, segundo o portal canadense "Canoe News".

Segundo Adams, o felino alertou ele e sua família sobre uma massa em seu pulmão. "Ele subiu na cama e começou a arrastar sua pata para baixo no meu lado esquerdo", disse ele. "Era exatamente onde estava o tumor."

Adams, que sofreu de bronquite, asma e enfisema, não havia mostrado antes sintomas do câncer. Mas, depois do "diagnóstico" de seu gatinho, ele procurou um especialista, que detectou a doença em fase inicial em seu pulmão esquerdo.

"Eles fizeram um Raio-X e descobriam algo sobre o lado esquerdo", disse ele, destacando que "poderia ter sido muito pior" se o gato não tivesse mostrado que havia algo errado em seu pulmão. "Eu diria que ele é o meu herói", afirmou.
Fonte G1